O termo Mobbing é usado em todos os casos
em que os trabalhadores são objeto de uma qualquer persecução no
ambiente de trabalho.
O termo Sisu, ao contrario, deriva do idioma finlandês
e é praticamente intraduzível pois ao mesmo tempo significa
lealdade, coragem, tenacidade, prudência, probidade, sacrifício,
dever, obediência e disciplina.
Na vida assistimos muitas vezes a casos de Sisu, ma se
alguém, por exemplo, sofre danos físicos ou outros, eis que
aparece o poderoso Mobbing, posto em movimento por
aqueles que, por sua função, deveriam tutelar a integridade
física e moral dos próprios dependentes. Com o enorme poder que
deriva da sua posição hierárquica, reforçado por uma poderosa
rede de conivências (é sabido que entre cães não se mordem),
fazem com que o desventurado passe anos a fio de comissão em
comissão, de relato em relato e as vezes até condenando-o,
retorcendo a arte a verdade dos fatos. Com o temor que seja
descoberta sua culpa, sua falta cotidiana de respeito para com
os mais fracos, eles recorrem a todos os meios possíveis (também
com a política do terror) para falsear a verdade, criando uma
rede de conivências entre os parceiros (oferecendo
promoções, privilégios e prestigio em troca de falsos
testemunho) sem refletir que esses parceiros se sentirão
assim autorizados a utilizar o poder desprezível e criminal de
maltratar, torturar e destruir a vida dos outros, saboreando até
um sádico prazer. Para não falar dos homens políticos, a quem
esses indivíduos são estritamente ligados. Infelizmente,
os mesmos políticos a quem o desventurado recorre para ser
ajudado, defendido e protegido....sic!!
O pior é que o amplo mosaico representado por grupos públicos
e privados que exercitam uma influencia criminal para maximizar
seu próprio proveito, infelizmente é quase sempre escondido ou
mascarado por parte da imprensa e da mídia em geral. A mesma
mídia a quem o infeliz recorre varias vezes porque os fatos
sejam publicados tornando-os de publico domínio, mas
infelizmente sem resultados.
Vejam o caso incrível e vergonhoso vivido e sofrido pela
senhora Giovanna Nigris, funcionaria da Azienda Ospedaliera
Fatebenefratelli e Oftalmico di Milano. Notem a extrema dor
e a lenta agonia a que foi e ainda é submetida.
No ano de 1992, a ela foi
transferida a trabalhar (por quase três anos) num local
contaminado da Aceitação da Anatomia e Histologia Patológica,
desprovida de qualquer meio de proteção em aberta violação do
artigo 2087 do Código Civil. A nada valeram os protestos e os
pedidos verbais aos direitos superiores feitos por parte da
senhora Nigris e das colegas de trabalho. Baste considerar que
não foi instalada nem uma simples barreira de proteção
transparente entre o pessoal e os doentes-usuários.
Até o ano de 1995, sem proteção alguma, foi continuamente
exposta ao perigo de contágios tanto que acabou por contrair a
tuberculose (contagio e infecção que foram depois diagnosticados
como tuberculose renal e reumática). Para isso a senhora
Nigris teve que curar-se por quatorze longos meses com poderosos
fármacos específicos.
Em tema de ônus probatório do nexo de causalidade entre
o serviço e a enfermidade da Nigris, desde sempre a
Administração do Hospital, contra as acusações que o contagio
foi causado pela violação do artigo 2087 do Código Civil,
recorreu a todos os meios possíveis, como omissão de atos de
oficio, falso ideológico e violência privada (mobbing), e
até ocultando e falseando os fatos de maneira escandalosa.
Assim, durante os sucessivos oito anos do contagio, a
dependente foi ulteriormente perseguida, não permitindo que
usufruísse dos direitos que lhe cabiam por causas de serviço,
impedindo-a até de ser examinada objetivamente pela Comissão
Medica do Hospital Militar de Milão que deveria declarar a piora
de suas condições de saúde por causas de serviço.
Infelizmente, a Administração do Hospital
Fatebenefratelli havia já enviado para a mesma Comissão
atestações falsas sobre os fatos ocorrido. A conivência
continuava!
É muito triste constatar que no nosso País se fale de vitimas
do trabalho somente quando alguém morre, sem que ninguém faça
algo antes que ocorra o triste evento.
Como é também triste constatar a total ausência do Estado,
antes em matéria de prevenção, não atuando cuidadosas inspeções
naquelas empresas onde os dependentes trabalham em condições de
perigo, e depois, não intervindo quando o infeliz sofreu lesões
gravíssimas e culposas, permitindo assim que a empresa possa
ocultar as provas ou falsificar documentos para impedir uma
avaliação objetiva do nexo de causalidade para o
infortúnio sofrido pela parte lesa.
Frente a esses fatos de mobbing todos sentimos
sentimentos de comoção e respeito para a pessoa que sofre, mas
de fato deveríamos sentir também um senso de culpa por não ter
agido nos limites das nossas possibilidades, para não ter feito
nada contra a conivência e a cumplicidade dos poderosos contra
os mais fracos, para não ter feito nada para assegurar a esses
últimos as necessária estruturas de proteção, prevenção e defesa
em caso de infortúnios no trabalho ou doenças profissionais,
permitindo, ao contrário, que tantas energias, entusiasmos e
Sisu se perdessem e desaparecessem entre o desinteresse
geral.
Sisu é também o comportamento da senhora Nigris que foi
obrigada a pagar do próprio bolso, por mais de uma década, mais
de cinqüenta milhões de velhas liras (documentáveis) para
despesas medicas, compra de remédios e indagações diagnosticas e
de laboratório, para curar-se dá tuberculose, sendo assim
forçada a renunciar a muitas coisas, inclusive um período de
convalescença em algum lugar climaticamente mais favorável às
suas condições de saúde.
Para a Administração do Hospital não bastou ter perdido com
duas sentencias do TAR (Tribunal Administrativo Regional) da
Lombardia que reconheceram sua culpa, (sentencia de 14 de
outubro de 1999 n. 3418/99 e de 27 de novembro de 2001 n.
7630/01), pois continuou destemidamente a emitir falsas e
contraditórias atestações, chegando até a fazer com que o
Serviço de Medicina Preventiva e Ocupacional do mesmo Nosocômio,
declarasse por escrito que o lugar de trabalho da Nigris não
era a direto contato com o publico (leia-se
doentes-usuários). O objetivo era evidente: defender-se (como
indagados antes e imputados depois) da acusação de reato de
lesões culposas gravíssimas.
Para desmentir tais falsidades, são suficientes as provas
testemunhais e documentais. Essas últimas consistem de fato em
formais ordem de serviço onde emerge claramente que, não somente
o posto de trabalho da Nigris era a direto contato com o
publico, mas que ela recebia sozinha os doentes-usuários,
pois muitas vezes suas colegas eram ausentes por doenças ou
outros motivos, e que prestava serviço de aceitação do material
biológicos em horário continuado (das 07:45 às 16:00 horas) e
não de vez em quando como atestado falsamente pela Administração
do Hospital.
Sua mole de trabalho era enorme, indo desde responder ao
telefone para atender os doentes-usuários que precisavam daquele
serviço, até registrar no computador os dados reportados na
folha de aceitação dos materiais biológicos que deviam ser
analisados (urina, fezes etc.) tendo que lavar as mãos cada vez
que os recipientes vazavam pois eram improvisados pelos
doentes-usuários que utilizavam garrafinhas de sucos de fruta,
água e assim por diante. Não se pode esquecer que, pela falta da
já citada barreira de proteção transparente, reiteradamente
solicitada aos direitos superiores, muitas vezes as funcionarias
deviam correr para lavar seu rosto por causa dos borrifos
acidentais de saliva que ocorriam conversando com os
doentes-usuários.
De tudo isso a mídia, apesar de ser regularmente informada,
nunca quis dar noticia, provavelmente para proteger a
poltrona de alguém que conseguiu, de alguma forma, instalar-se
firmemente no pedestal dos intocáveis. Infelizmente,
somente quem prova na própria pele a dor causada pelo crime e
pela conivência, realiza que, apesar da retórica oficial, a
verdadeira democracia na Itália é somente uma farsa, e o pior é
que o ignaro cidadão continua a desconhecer os fatos que
realmente acontecem em sua volta.
A senhora Nigris, sempre mais desconcertada pela excessiva
lentidão (quase imobilismo) da Justiça, sentia-se inerme e
indefesa, como um brinquedo nas mãos dos poderosos, inclusive
daqueles homens políticos a quem recorreu desesperada e
confiante para pedir ajuda, informando-os corretamente por
escrito de todos os crimes sofridos. Tentativas inúteis frente
ao desinteresse criminal e à conivência.
Com Sentencia da Vª Seção do Conselho de Estado de 21 de maio
de 2002 n° 4394/02, foi estabelecido também que "deverão ser
cuidadosamente avaliadas as efetivas condições de trabalho da
interessada em relação ao risco de contagio". A
Administração do Fatebenefratelli então permitiu (ou
comissionou) que fosse integralmente copiada (palavra por
palavra) uma relação do Serviço de Medicina Preventiva e
Ocupacional do mesmo Hospital que foi falsamente escrita e
utilizada dois anos antes. Por isso, a relação de 10 de agosto
de 2000 n° 288/00 e aquela de 27 de setembro de 2002 n° 108, são
idênticas em tudo e por tudo, menos naturalmente a data.
Sucessivamente a senhora Nigris recebeu uma carta anônima,
pela qual logo apresentou denuncia-querela sob conselho de um
advogado de confiança, depositando também uma copia no Tribunal
de Milão, pois o texto aludia claramente ao fato que alguém
já conhecia o conteúdo da decisão que ainda devia ser tomada
pelo Conselho de Estado. Substancialmente com aquela carta
anônima era comunicado textualmente "você não ganhará - com
80.000 Euro ao Presidente do Conselho de Estado o caso será
fechado. Eu sei, mas não posso ajudar você - Uma colega"
Obviamente a senhora Nigris não podia e não pode saber se essa
quantia foi efetivamente paga, mas constatou depois com extremo
estupor, que nas conclusões da Sentencia do Conselho de Estado
de 29 de setembro de 2003 n. 5510/03, inexplicavelmente não
existia referimento algum às duas Sentencias anteriores do TAR
da Lombardia que reconheciam a culpa do Hospital
Fatebenefratelli. A Sentencia do Conselho de Estado afirmava
também que a senhora Nigris recusou de apresentar-se aos
controles médicos requeridos pela Administração do Hospital e,
assim como antecipado na carta anônima, o caso foi
definitivamente fechado.
Não se consegue entender porque o Conselho de Estado não
considerou que a senhora Nigris não se apresentou aos controles
médicos porque foi aconselhada nesse sentido pelo seu advogado
que considerava praticamente inútil um controle medico para o
reconhecimento da causa de serviço que era baseado sobre
falsas atestações, tanto que o mesmo advogado depositou uma
memória escrita nesse sentido no Conselho de Estado e, em data
19 de novembro de 2002, enviou duas cartas asseguradas (com
recibo de retorno), uma para a Comissão Medica e a outra para a
Administração do Fatebenefratelli, evidenciando os aspectos
jurídicos para os quais desaconselhava sua assistida a
apresentar-se a um novo controle medico, que evidentemente ele
considerava uma farsa.
Relativamente à natureza profissional (infortúnio no trabalho)
da doença contraída pela senhora Giovanna Nigris, em data 24 de
Julho de 1995, também o responsável Oficial de Policia
Judiciária da USL do Município de Milão, declarou que frente
à subsistência de um risco genérico da infecção contraída, o
pedido do reconhecimento por causa de serviço era justificado.
Hoje a saúde da dependente, por causa da piora dos póstumos da
tuberculose, tornou-se mais preocupante, tanto que é forçada a
deambular com o auxilio de muletas. No mês de abril de 2003,
depois de três dias de Day-Hospital transcorridos no
reparto de Neuropsicologia Profissional do Departamento de
Medicina do Trabalho dos Institutos Clínicos de Aperfeiçoamento
de Milão, foi formalmente avaliado, reconhecido e concluído o
relatório onde se declara que a dependente, por causa da
pregressa e prolongada situação ocupacional adversativa,
(emarginação, humilhações, penalidades econômicas etc.) foi
considerada positiva tanto à Dificuldade/Trabalho quanto
à Dificuldade/Mobbing. Considerar que na supramencionada
Sentencia do Conselho de Estado, não existe alguma referencia a
esse fato importante. Incrível, mas verdadeiro!
Hoje a mobbizada e torturada dependente, acusa
crescente crises de dores aos membros inferiores e cãibras
improvisas, as vezes ao máximo grau da dor (definição relatada
pelo medico especialista em ortopedia), e nessas condições é
obrigada a ir ao trabalho, sempre mais mal firme nas pernas e
com o equilíbrio comprometido (esse último diagnosticado pelo
medico ORL especialista do centro das patologias do equilíbrio
de Milão.)
|
As dificuldades que a senhora Nigris deve superar para
ir ao trabalho no Hospital Fatebenefratelli de Milão. |
Exatamente pela notável dificuldade de
deambulação, recentemente foi reconhecida pela ASL. de Milão,
como portadora de handicap em base à Lei n° 104/92. É bom
observar que este controle medico efetuado na ASL de Milão, foi
feito por um medico especialista ortopédico proveniente
exatamente do Hospital Fatebenefratelli, por isso parece
justificado pensar que a grave patologia ortopédica aos membros
inferiores e o conseqüente déficit de equilíbrio, possam ter
sido relatados bastante reduzidos em relação à real gravidade.
Se assim fosse, seria também justificado pensar que a
incapacidade permanente ao trabalho teria sido gravemente
subestimada e a senhora Nigris correria o risco diário de cair
no lugar de trabalho com conseqüente grave prejuízo para sua
saúde, sua incolumidade e sua segurança.
Atualmente a infeliz dependente está trabalhando com o salário
em boa parte reduzido ilegalmente. Mas tem mais, a Administração
do Hospital, forte do fato de ter conseguido confundir o
Conselho de Estado (pagando milhões aos seus advogados para
esconder os fatos reais) e forte do fato que o TAR, tendo
poderes inferiores àqueles do Conselho de Estado e não podendo
portanto modificar quanto foi decidido pelo mesmo, deliberou o
recupero de além de trinta milhões de velhas liras que o TAR
havia feito pagar à dependente a titulo de indenização para o
contagio sofrido em serviço. Paradoxalmente, na mesma delibera
foi também antecipado que estava sendo examinada a possibilidade
de acionar o recupero das despesas legais suportadas pela
Administração.
Tendo sofrido por muitos anos cada tipo de injustiça e abuso,
passado por sofrimentos, desgostos e stress emotivos, também as
defesas imunológicas da senhora Nigris diminuíram muito, com a
conseqüência que teve que enfrentar novamente uma nova cura pela
tuberculose que durou outros nove meses.
Apesar do comportamento Sisu da Nigris, os responsáveis
por sua ruína não mudaram nunca seu comportamento lesivo,
demonstrando de considerar-se acima da lei, sem escrúpulos e sem
um mínimo de consideração humana para uma doente inábil, doente
de tuberculose renal, hipertensão arterial, cardiopatia, inicio
de hipertensão pulmonar e bronco pneumonia crônica obstrutiva.
Fortes das proteções políticas de que gozam, eles parecem estar
se divertindo a brincar com os direitos dos trabalhadores
previstos por Lei e pelo contato de trabalho. Gostaria muito de
perguntar a quem recobre altos cargos no Estado italiano, se a
prisão que a senhora Nigris ainda sofre por parte desse
verdadeiros grupos de poder criminal, pode ser definida,
como eles costumam dizer, "coisa de normal administração".
Como enfermeiro, livre cidadão, homem honesto que nunca trocou
sua liberdade com a adesão a qualquer partido político, ex
dirigente regional sindical da Cisnal Sanidade pela
Lombardia, exprimo toda minha indignação pela história toda.
Considero extremamente vergonhoso e criminal tudo aquilo que
ainda é feito sofrer injustamente à dependente Senhora
Giovanna Nigris por parte da Azienda Ospedaliera Fatebenefratelli e
Oftalmico di Milano que, com suas ações estudadas e
calculadas, conseguiu fazer com que ela tocasse o fundo do
desespero. As vezes me pergunto se por acaso o comportamento
desses perigosos senhores seja motivado também por
sentimentos de xenofobia, pelo fato que a mãe da Nigris
(cujo sobrenome é Rech) é de origem austríaca e por isso
considerada pessoa diversa, como se eles vivessem ainda
na época da primeira guerra mundial.
Exprimo a esperança que quanto antes o Secretário de Saúde da
Região Lombardia, e o Ministro da Saúde, que aqui aproveito para
saudar pois os conhecia ambos como pessoas justas, levem uma mão
na própria consciência e façam algo para que termine essa cruel
persecução, permitindo assim que a senhora Nigris possa
realizar seu justo desejo de resgate e promoção social e ver
finalmente aplicada a normativa vigente em matéria de tutela dos
trabalhadores inválidos por causas de serviço e portadores
de handicap, protegidos também pela Lei n° 104/92.
Desejo sinceramente que a mobbizada e atormentada
senhora, receba a solidariedade das pessoas honestas, aquela
pessoas que desejam uma Itália melhor e livre desta justiça
que é tal somente de nome e não de fato. Escrevi esta história
também com o coração pois acredito que alguém tem que fazer o
primeiro passo para tentar dar um basta às ignomínias e
às persecuções dos mais fortes contra os mais fracos.
Inicialmente eu pensava de permanecer na sombra tentando ajudar
a senhora Nigris em silencio, mas agora decidi sair à luz do sol
com o objetivo, não somente de divulgar os fatos nefastos que
acontecem à nossa volta, mas também para ajudar a Nigris de
alguma forma e evitar atos extremos de sua parte devidos aos
insuportáveis abusos sofridos desde muito anos. Eu fiz o
primeiro passo, mas espero que outros sigam meu exemplo, pois
não podemos esquecer que vivemos todos sob o mesmo céu e que a
qualquer um pode acontecer, antes ou depois, de ser vitima da
violência, aquela violência oculta da qual ninguém fala mas que
está sempre presente, pronta para a cilada.
Quero citar aqui dois ditados que amo e nos quais acredito
firmemente:
1) Existem momentos, na vida, nos quais calar-se torna-se
uma culpa e falar uma obrigação. Um dever cívico, um desafio
moral, um imperativo categórico ao qual não podemos nos
subtrair. (Oriana Fallaci).
2) Paz não é somente o contrario da guerra, não é somente o
espaço temporal entre duas guerras. Paz é muito mais. É a lei da
vida. É quando nós agimos de modo justo e quando entre cada ser
humano reina a justiça. (Ditado Indiano Iroche).
VIVA SISU!!
Espero ardentemente que no futuro possa nascer um movimento
Sisu que trabalhe para desmascarar aqueles grupos de
poder que cometem, ou fazem cometer, violentos atos de crueldade
que fazem com que trabalhadores honestos se tornem inválidos por
causas de serviço, impedindo-os até de receber as tanto
aclamadas proteções por parte do Estado. Estou convencido
que somente um movimento Sisu poderá melhorar as coisas,
fazendo desaparecer a violência política, para deixar o lugar a
quem crê de verdade na paz, na justiça e na honestidade.
Milão, março de 2004
Giacomo Montana
Via Buttero n.2
24030 - Corna Imagna (Bergamo)
Tel. cell. 349/77.96.107
Iniciativas recentes da senhora Giovanna Nigris para divulgar e
fazer conhecer sua triste história aos órgãos competentes.
20 de fevereiro de 2004
Enviada uma carta detalhada aos seguintes destinatários:
-
Ministro da Saúde - Professor Girolamo Sirchia.
-
Deputado Roberto Formigoni - Presidente da Região Lombardia.
-
Dr. Carlo Borsani - Secretário de Saúde da Região Lombardia.
-
Dr. Samuel Dal Gesso - U.O. Gestão e Programação Recursos Humanos do
Serviço Sanitário Regional da Lombardia
-
Dr. Aldo Gurnari - U.O. Gestão e Programação Recursos Humanos do
Serviço Sanitário Regional da Lombardia
-
Dr. Claudio Mastrocola - Diretor Geral Recursos Humanos e Profissões
Sanitárias (Ministério da Saúde - Roma)
-
Dr. Fabrizio Oleari - Diretor do Reparto VII - Departamento da Prevenção
e da Comunicação (Ministério da Saúde - Roma)
-
Sedes dos principais partidos políticos e periódicos italianos.
05 de junho de 2004
Publicada uma carta aberta à todos os mais altos cargos
do Estado Italiano.
23 de julho de 2004
Enviada uma carta ao Dr. Carlo Lucchina - Diretor Geral da
Gestão e Programação Recursos Humanos da Região Lombardia
Até hoje ninguém tomou alguma iniciativa, com a exceção do partido de
Refundação Comunista que apresentou duas interrogações ao
Secretário de Saúde da Região Lombardia e, sem lograr êxito,
considerou satisfeita a sua tarefa.
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